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movimentos no teatro  

espetáculo MOLHA, 2025

SINOPSE

Acompanhamos a história de um lugar por três janelas. Um grupo de pedreiros, uma família em farrapos e uma moça solitária com seu pet. Todos sabem que o piso irá rachar e a cidade desaparecer. Basta somente um pulo para se salvar do estrago e conseguir jantar o peixe, com tranquilidade. Rodeado pelo absurdo do cotidiano, o espetáculo parte do ponto de vista das pessoas que conseguem construir seus próprios lugares, sejam eles de concretos ou de relação, para seguirem com suas vidas.

SOBRE

Redigido em 2023 pelo diretor e dramaturgo Gabriel Faryas, o texto foi encenado ao longo de 2025 a partir da imagem de um canteiro de obra, no qual o cenário e a iluminação são em grande medida manipulados pelo elenco. O espetáculo surge como uma resposta a sensação de iminência em que a maioria da sociedade contemporânea está. Na qual tudo pode romper a qualquer momento, porém pouco agimos para evitar tais desastres, sejam ambientais, políticos ou familiares. Inspirado no movimento do teatro do absurdo, no qual situações fora da ordem cotidiana acontecem em cena para evidenciar certa complexidade humana, no texto acompanhamos dois filhos que tentam convencer a mãe a deixar a cidade pequena, um grupo de pedreiros que estão construindo um arranha-céu e uma mulher jovem com seu animal de estimação. Todos tem uma única certeza: tudo vai mudar de um segundo para o outro. Diante da iminência do desastre, acompanhamos o animal passear entre a janelas e se divertir com a possibilidade de ter a humanidade ao seu dispor.

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Registro de Performance. Ator Gil Bruno. Foto de Gabriehl Oliveira.

FICHA TÉCNICA

Direção e Dramaturgia: Gabriel Faryas.

Elenco: Eslly Ramão, Gil Bruno, Letícia Guimarães, Lincoln Pereira, Maya Marqz, PHILL e Rita Spier. 

Sonoplastia: Wagner Menezes.

Iluminação: Thais Andrade.

Maquiadora: Jennifer Ribeiro.

Figurinista: Renan Vilas.

Preparação Vocal: Celina Alcântara.

Cenografia: Rodrigo Shalako.

Fotos: Gabriehl Oliveira.

Produção: Rafaela Zwierzynski.
Assistência de Produção: Vitória Greff.

Financiamento: Secretária Estadual da Cultura do Rio Grande do Sul, Política Nacional Aldir Blanc -  Edital Artes Cênicas 26/2024.

Apoios: MOSTRA CURA - Mostra de Artes Cênicas Negras. Zona Cultural POA. OVNI Acessibilidade Universal. LOCATUB Aluguel de Andaimes e Máquinas.

Realização

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Para saber mais sobre a rede Espiralar Encruza, clique aqui.

espetáculo CORPOCIDADE, 2024

SINOPSE

Guilherme procura em Breu um pequeno objeto que mal reparou cair dos bolsos, tamanha a correria. Ao cruzar toneladas de pedras, surgem coreografias que o lembram de onde pode ter ficado. Deseja reencontrar, nem que tenha que engolir a cidade. Entre sutilezas e monstruosidades, o trabalho aborda, de forma especulativa, temas relacionados aos movimentos, imagens e ruídos de uma cidade-caos.

SOBRE

RECONHECIMENTOS

PRÊMIO AÇORIANOS TEATRO ADULTO 2025

Indicado em 5 categorias do Prêmio Açorianos de Teatro Adulto de 2025. As categorias são:

Ator, por Gabriel Faryas
Iluminação, por Thais Andrade
Trilha Sonora, por Wagner Menezes
Cenografia, por Gabriela João
Figurino, por Julia Santos


O Prêmio Açorianos é considerado a principal premiação das artes cênicas do estado do Rio Grande do Sul. É uma grande honra estarmos entre os trabalhos indicados dessa edição.



Com vivacidade saímos do Prêmio Açorianos 2025 com dois troféus 🏆

ILUMINAÇÃO 2025, para Thais Andrade
ARTISTA REVELAÇÃO 2025, para Wagner Menezes

 

 

Indicado em 5 categorias do Prêmio Olhares da Cena, em sua 15ª edição. As categorias são:

Melhor Ator, por Gabriel Faryas
Melhor Iluminação, por Thais Andrade
Melhor Trilha Sonora, por Wagner Menezes
Melhor Design Gráfico, por Julia Gonçalves
Melhor Fotografia de Cena, Gabriehl Oliveira

Olhares da Cena é uma premiação que há 15 anos vem olhando de maneira independente para a produção teatral de Porto Alegre. Que alegria e honra obter esse reconhecimento de colegas tão dedicados da classe.

Com vivacidade saímos do Prêmio Açorianos 2025 com dois troféus 🏆

 

MELHOR ILUMINAÇÃO, para Thais Andrade

MELHOR TRILHA SONORA, para Wagner Menezes

15º PRÊMIO OLHARES DA CENA

IMPRENSA

Dramaturgia e atuação: Gabriel Faryas
Direção: Thiago Pirajira.
Produção: Maya Marqz.
Trabalho pré-expressivo em dança: Paula Finn.
Cenógrafa: Gabriela João.
Montagem: Rodrigo Shalako.
Figurinista: Julia Santos.
Sonoplasta: Wagner Menezes.
Fotógrafo: Gabriehl Oliveira.
Iluminação: Thais Andrade.
Arte Gráfica: Julia Gonçalves.
Fotos: Gabriehl Oliveira
Assessoria de Imprensa: Silvia Abreu.
Realização: Centro Cultural Santa Casa, Ministério da Cultura e Faryas Produções.
Apoio: Espiralar Encruza, Usina das Artes, TVE, FM Cultura, NUPRA.

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zum zum zum, 2023

Gabriel atuou no espetáculo infantil Zum Zum Zum, União Faz a Vida. O espetáculo é encomendado e financiado pela Cooperativa SICREDI e encenado pelo Grupo Cerco. Gabi foi convidado pelo grupo para atuar neste projeto em específico. O espetáculo será apresentado em dezesseis estados, totalizando mais de cem cidades do país.

A ação acompanha os irmãos Leona e Artur numa jornada de descoberta do valor da cooperação. A trama se desenrola parte na vida real dos irmãos, parte no reino da Rainha Mau-mau e de seu fiel escudeiro, Calafrio. Com a ajuda das abelhinhas, Leona e Artur evitam que a Rainha concretize sua ameaça de transformar nosso planeta em uma terra triste e egoísta.

Texto e Música: Renato Mendonça

Direção: Inês Marocco

Assistência de direção: Rita Spier

Elenco: Anildo Böes, Bruno Fernandes, Elisa Heidrich, Gabriel Faryas, Endrius Prates, Kalisy Cabeda, Manoela Wunderlich, Martina Frölich, Philipe Philippsen e Hayline Vitória

Cenografia: Rodrigo Shalako

Figurinos: Coca Serpa

Iluminação: Bruna Casali

Sonorização e trilha incidental: James Onzi

Contrarregra: Luciano Correa

Execução musical: Diego Lopes e Estúdio Tabuleiro

Divulgação: Bebê Baumgarten

Redes Sociais: Douglas Oliveira

Produção de acessibilidade (AD e LIBRAS): OVNI Acessibilidade Universal

Produção executiva: Debi Mayer, Lu Lauda, Daniela Lopes

Produção: DUX / LIGA - Dedé Ribeiro e Luiza Pires.

sobrevivo - antes que o baile acabe, 2019-2022

O teatro da revolução branca chegou ao fim.

Bem-vindes à festa!

 

O Espretáculo SobreVivo - Antes que o Baile acabe é fricção de dançar em cima da estrutura e desmontá-la. Seis atrozes em movimento com um relógio que está sempre correndo, pois não há tempo e nem fôlego para didáticas. Antes que acabe. Antes que o ponteiro marque 23 minutos. Afinal, o que você dançaria se fosse seu último baile?

Performers: Cira Dias, Eslly Ramão, Gabriel Faryas, Letícia Guimarães,
Maya Marqz e Phill

Direção: Espiralar Encruza

Iluminação: Concepção de Bruna Casali e execução de Li Pereira

Cenário, figurino e produção: Espiralar Encruza

Dramaturgia: O grupo
Operação de Som: Aterna Pessoa

Fotografia: Moisés Nobre

Duração: 60 minutos.

Registro de performance. Elenco completo. Fotos de Gabriehl Oliveira.

Gabriel foi indicado ao Prêmio Açorianos de Teatro Adulto de 2022, da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, na categoria Melhor Ator Coadjuvante pela sua performance neste espetáculo.

epiceno - anatomia temporária, 2021

Uma experimentação de corpos que se reconhecem como corpos falantes e que questionam o corpo socialmente construído é o ponto de partida da performance-instalação urbana “anatomia temporária”. Produzida e dirigida pela artista Carol Martins, a pesquisa de intersecção de linguagem (que une dança, circo e performance) propõe manifestar de forma crítica corpos performáticos em relação ao uso da perna de pau e a ocupação do espaço urbano.

Produção e Direção: Carol Martins

Performers: Bruno Fernandes, Consuelo Vallandro, Gabi Faryas, Guilherme Gonçalves, João Om, Jordan Maia, Marcelo Reis e Rita Spier

Assistente de produção: Jordan Maia

Roteiro: Hiperlinque

Figurino: Guilherme Gonçalves

Maquiagem: Juliane Senna

carneviva, 2018 - 2019

Quatro atrozes. Nossos segredos ignorados, por todos e até pelo ESPELHO. Através da margem de nossos corpos, dos nossos cu’s, podemos ser, apenas ser. Fazemos nossa festa em cima da contracorrente do normal. Nossos corpos não fazem parte da lista dos mais aceitos e nem dos mais procurados(?). Intitulados por nossas aparências e uma piroca enorme que ninguém viu. Preta. Bixa. Uma peça onde a identidade se fragmenta no interno e externo do inferno, nos fazemos sujeitos falantes de nós mesmos, nossas escrevivências, nossas poéticas, nossos corpos em movimento, n’ossos, nossos ossos, nossa carne. VIVA.

Atrozes: Eslly Ramão, Gabriel Faryas, Luno Santos e Phill
Direção: O grupo

Dramaturgia: O grupo

Figurino: O grupo

Iluminação: com concepção de Phill e execução de Sandino Rafael.

Sonoplastia: CIRAdias

Duração: 60 minutos.

Faixa etária: 18 anos

Para saber mais acerca do processo de criação, assista:

por Coletivo c.a.r.n.e.voraz

a flor mágica do baobá, 2018

Já imaginou uma engenhosa tartaruga que carrega histórias, tão antigas quanto a vida de seus ancestrais, em seu casco? Ela existe, se chama Ajapá e nos contará essa incrível aventura que se passa em um quilombo no Brasil. Neste quilombo há uma imensa árvore: o grande Baobá, que nascida tão longe das savanas e florestas africanas, chora de saudade dos parentes que nunca conheceu. 
 

Baseado em um dos contos do livro “Tem Oba Oba no Baobá”, de Claudia Lins e com ilustração de Maurício Negro, o Coletivo Pyton nos conta essa mágica história a partir do teatro de sombras, com inspiração nas imagens da trilogia de animação “Kiriku”. Musicada e divertida essa história correrá o mundo como flechas mágicas.

Elenco e concepção: Aterna Pessoa, Elisa dos Santos, Gabriel Faryas, Gilvana dos Santos, Letícia Guimarães e Maya Marqz.

Direção: O grupo

Produção: O grupo

Iluminação: Phill

Dramaturgia: Baseada no conto hômonimo de Cláudia Lins

Duração: 45 minutos

Faixa etária: Livre.

por Coletivo Pyton

mata teu pai, 2018 

Seis corpos. Diversas histórias e vivências. Recortes. Memórias. Afetos. Atravessamentos. Seis corpos. Vivo aqui. Terra da gente é terra da gente? Preciso que me escutem, foi aqui que chegaram estes pés. Como conseguir pertencer em meio a tantas fronteiras? A terra é de quem não tem a terra. Seis corpos ressignificando as delimitações sociais que lhes são dadas.

Direção: coletiva

Elenco: Aterna Pessoa, Elisa Santos, Gabriel Faryas, Gilvana Azevedo, Giovana Pozzi e Maya Marqz.

Dramaturgia: Adaptação da peça homônima de Grace Passô

Sonoplastia: O grupo

Duração: 50 minutos

Faixa etária: 14 anos.

por Coletivo Pyton

mahagonny: cidade arapuca, 2017.

A peça conta a história da fundação e da ruína de uma cidade fictícia chamada Mahagonny, uma associação direta aos grandes centros urbanos onde as relações sociais estão interligadas com o consumo, com a ideia de um prazer que pode ser adquirido por um meio de pagamento. Após a ameaça de um furacão, os habitantes vão ao extremo e decidem que tudo é permitido, desde que se tenha dinheiro para pagar.


Elenco: Eduardo Schenini, Gabi Faryas, Luiz Lisboa, Manu Goulart, Matheus Fernandes, Patrícia Rocha e Pedro Sitta

Orientação Cênica: Bruna Immich, Caroline Falero, Daniel Gustavo e Leo Bello

Orientação Musical e Vocal: Morena Bauler e Sérgio Baiano

Criação da Trilha Sonora: Fernanda Stürmer e Sérgio Baiano

Confecção de Adereços: Ateliê CuspéAtiva e Liana Keller

Arte Gráfica: Luiz Lisboa

Adaptação coletiva do texto "Ascenção e Queda da Cidade de Mahagonny" de Bertold Brecht Fotos: Marla Assumpção

Duração: 50min

Faixa etária recomendada: indicado para maiores de 14 anos

Com seu trabalho neste espetáculo Gabriel recebeu o Prêmio de Melhor Ator Adulto no XXV Festival de Teatro do Vale do Paranhana, em Rolante - RS.

por Cia Arapuca

romances impossíveis, 2016
São doze cenas, que reúnem 12 personagens diferentes, em 12 lugares diferentes, em situações nas quais a probabilidade de ocorrer o amor, aproxima-se do impossível, que pretendem mostrar que, só para contrariar, mesmo assim o amor pode acontecer.
Autor: Nick Farewell
Direção: Roberto Oliveira e Elisa Heidrich
Elenco: Daniel Leal, Dariane Gonçalves, Deliane Souza, Eduardo Barroso, Gabriel Faryas, Humberto Böck Fagundes, Jéssica Barbosa, Lukas Magnus, Mauricio Pacheco Ferreira, Pedro Rafael e Scheiler F Carvalho.
Cenário: Modesto Fortuna
Figurino: Modesto Fortuna e Elisa Heidrich
Sonoplastia: Fernanda Fávero
Iluminação: Fabiana Santos
Realização: Núcleo de Formação de Atores do Depósito de Teatro

© 2026 por Gabriel Faryas

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